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16 de junho de 2013

Killa - Um verdadeiro restaurante peruano.

Há aproximadamente 2 anos eu fui para a Bolívia (de novo!) e para o Peru com duas grandes amigas e ótimas companhias de viagem. Saímos de La Paz, passando por Copacabana, Puno, Titicaca, até chegar em Cuzco e descer para Lima. 

Como sempre fiz uma pesquisa detalhada sobre a comida peruana (a boliviana é dispensável) e na companhia das garotas tive refeições deliciosas e saborosíssimas! E claro que me apaixonei por completo pela culinária deles. 

Aqui no Brasil eu não posso saber que abriu um peruano que quero ir logo conhecer. No Rio tem o Intihuasi que é péssimo. Não vai nem entrar aqui no blog porque achei tão ruim que não tirei nenhuma foto. Só salvava as papas rellenas

Em Maceió tem um ótimo. Chama-se Wanchaco. Quem for a Maceió precisa conhecer. Tem que chegar cedo porque lota.

E em São Paulo tem o excelente Killa, localizado em Perdizes, bairro que vem recebendo várias novidades gastronômicas. Fiquem de olho!

O ambiente do Killa é colorido e claro e alguns garçons são mesmo peruanos. Então peça para eles explicarem direitinho cada prato porque eles realmente sabem do que estão falando.
Assim que você senta eles colocam uns caroços de milhos torrados e salgadinhos como se fossem amendoins. Típico peruano. E para inaugurar a diversão, claro que pedimos pisco sour. Refrescante!


No cardápio você encontrará várias opções de ceviche. O prato mais famoso do Peru. Eu não posso comer nada do mar, mas Fábio pode saborear um belo ceviche de atum e peixe branco, temperado com leche de tigre ao curry e manga.

Calma...leche de tigre nada mais é do que o caldo do peixe marinado e temperado com limão. 


Eu pedi o tradicional lomo saltado. Esse prato é muito simples, mas o molho da carne é tão saboroso que comprei um molho pronto em Lima. Claro que não é igual, mas quebra um galho quando sinto saudade da viagem.

Se você achou tudo muito comum, o Killa oferece também pratos típicos e mais exóticos como anticuchos e outros tiraditos...anticuchos? coração de boi.
De sobremesa o doce mais típico: suspiro limenho. É muuuuuuito bom! Lembro até hoje a cara da Adriana quando provamos isso pela primeira vez num restaurante em Cuzco. 
Só que o suspiro do Killa tem um toque a mais, morangos marinados no pisco. Só de lembrar fico com água na boca!


Olhem isso!!! É tão bom que na época que fomos no Peru eu pesquisei a receita para fazermos no Brasil.

Ainda não testei, mas é tão simples e não pode dar errado. Só falta um detalhe: leite evaporado. A Nestlé costumava vender, mas não tenho encontrado mais. Era uma latinha como se fosse creme de leite. Em várias receitas eu vi como leite comum mesmo.

Então vamos lá!


Ingredientes


Doce de leite
- 25 g de açúcar refinado
- 400 ml de leite
- 400 ml de leite condensado
- 8 gemas



Merengue de vinho do Porto
- 340 ml de vinho do Porto
- 240 g de açúcar refinado
- 3 claras
- Saco de confeiteiro



Modo de preparo



Doce de leite
Em uma panela, leve o açúcar ao fogo baixo para caramelizar. Acrescente os leites e, mexendo sempre, deixe reduzir até engrossar. Tire do fogo e adicione as gemas, incorporando bem. Passe por uma peneira e deixe esfriar.



Merengue de vinho do Porto
Leve o vinho e o açúcar ao fogo e espere reduzir pela metade. Bata as claras até atingir o ponto de neve e acrescente aos poucos, delicadamente, a redução de vinho ainda quente. Continue batendo até obter uma consistência homogênea e cremosa. Ponha o doce de leite em uma taça e, com a ajuda de um saco de confeiteiro, acrescente o suspiro por cima.


13 de maio de 2012

Bolo de Milho da D. Vera

Minha tia Sueli, mulher corajosa e dona e dois olhos claros lindos e cheios de vida, sempre me manda umas receitinhas fáceis de fazer. Ela tem muitos amigos e quando prova alguma coisa na casa de alguém não perde a oportunidade de pedir a receita, e às vezes me passa também.

Na última vez recebi a receita de bolo de milho da D. Vera. É muito fácil! Não leva mais de 40 minutos para ficar pronto, sendo 10 min. para bater os ingredientes e mais ou menos 30 min. para assar. Fiz e levei na casa de uma amiga que ia ganhar bebê. Não sobrou nadica de nada!

Então vamos a receita:

1 lata de milho (sem o líquido, viu?)
4 ovos
1 lata de leite condensado
1 pacote de coco de 100gr
1 colher de sopa de fermento em pó

Aí é só bater tudo no liquidificador (olha que maravilha!) e levar para assar mais ou menos por 30 minutos na forma untada.

Não cresce muito, fica parecendo um bombocado. Então é melhor colocar numa forma de pudim.

Ah! Se quiser, depois de bater você pode também acrescentar um pouquinho de erva-doce. Hummmmm!

Aê D. Vera, einh? Arrasou!




6 de outubro de 2011

Pernil do Estadão! Uma Instituição!


Foto tirado do site do Estadão. Esse aí no centro é o Mario Covas


Depois da noitada muitos cariocas costumam matar a fome no super tradicional Cervantes em Copacabana. O sanduíche mais pedido por gerações é de pernil com abacaxi...mesmo sem fome dá vontade de comer. Pois respirei aliviada quando Fábio me apresentou o Estadão! Bem no centro da cidade, no viaduto 9 de Julho perto do metrô do Anhangabau eu encontrei a solução para matar a minha fome com história, sem horário e com muuuito sabor. O sanduba custa R$10,00 e vem caprichado de lascas suculentas e bem assadas de pernil, mais aquele molhinho do fundo da assadeira e o pão francês é fresquinho e crocante a qualquer hora do dia ou noite.
foto do site rodyface.com.br

Foto do site manualsp.com.br
foto do site estadao.com.br
Agora, meninas, não podem ficar de frescura, certo? O lugar é roots mesmo, é centrão de uma grande cidade. Dito isso, na minha opinião só faltava mesmo o abacaxi para ser mais do que perfeito! Fica a dica para o chef!


Mas se você não está em SP neste exato momento e vendo as fotos ficou com vontade de comer um sanduíche desses, segue a receita obtida no site do Estadão...para 40 pessoas!

Pernil do Estadão

Rendimento: 40 Sanduíches bem recheados

Ingredientes
1 pernil de 9 a 10 Kg
Sal
Água para cobrir o fundo da assadeira

Modo de preparo do pernil
Faça furos no pernil, atravessando a carne, e um acompanhando o osso, tempere com bastante sal e deixe curtir por no mínimo duas horas.Coloque em uma assadeira grande, apoiando a ponta do osso na quina da assadeira, despeje água em quantidade suficiente para cobrir com um dedo de água o fundo da assadeira e leve ao forno bem quente por três horas, colocando mais água sempre que necessário. Então vire o pernil e deixe por mais uma hora no forno sempre bem quente.

Ingredientes (tempero do molho)
½ litro de óleo
6 folhas de louro
½ cabeça de cebola
2 cabeças grandes de alho
1 colher (sopa) orégano
1 colhoer (sopa) sal
½ cenoura crua

Ingredientes (molho)
5 cebolas cortadas em meias fatias
8 tomates cortadas em meias fatias
2 pimentões verdes cortados em tirinhas
3 folhas de louro
2 colheres (sopa) orégano
2 colheres (sopa) colorau
E o tempero batido

Para o molho
Bata os ingredientes do tempero no liquidificador, coloque em uma panela com outros ingredientes do molho e leve ao fogo por cinco minutos, só para murcharem. Fatie o pernil e monte os sanduíches,colocando o molho a gosto.

4 de agosto de 2011

Arola Vintetres. Tapas chiques!

Neste sábado Fábio me levou para jantar num restaurante bacanérrimo! O Ariola Vintetres (http://www.arolavintetres.com/), um restaurante, bar e lounge cujo cardápio é assinado pelo chef Sergi Arola (2 estrelas no guia Michelin), localizado no topo do hotel Tívoli na Alameda Santos, que serve gastromia internacional com uma pegada espanhola.
As principais atrações do local são a vista bem bacana da cidade de São Paulo e as tapas. O restaurante lembra muito aqueles localizados nos roofs dos hotéis de Nova York. Eu gosto!
Pena que minha maquinhinha cybershot não conseguiu captar a bela vista.

Iniciamos os trabalhos com o couvert: um gazpacho muuuito bom acompanhado de brusquettas com duas pastinhas. Depois, seguindo orientação do garçom, por sinal o serviço foi ex.ce.len.te, escolhemos 2 tapas: o Pollo del Corral, que não deveria fazer parte do cardápio por ser muito sem gracinha e o molho dito apimentado não tinha quase gosto (nem tirei foto) e o El Pulpo, um polvo “a la brasa” com batatas confitadas e “pimenton a la Vera”. Fábio disse que estava bem bom, mas eu não como nada que sobrevive embaixo da água.


Que estética bonita do prato, né?
Depois mesmo já satisfeitos seguimos o rito e pedimos os pratos principais. Eu escolhi El Solomillo, o filet mignon grelhado com lascas de batatas gratinadas e molho de “setas”. Era bom, mas o carinha da grelha passou do ponto e o filet veio tostadinho demais.

Mas Fábio morreu de amores pela “botifara negra” que acompanhava o Pargo com espuminhas.
Eu queria dividir uma sobremesa, mas o Fábio não topou então encerramos a brincadeira. Eita São Paulo! Porque no Rio não temos mais restaurantes que valorizam as paisagens da cidade? Merecia!
 
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