24 de fevereiro de 2013

Ping Pong - Vai um her gau?

Além das muitas coisas boas que Fábio fez e faz por mim, devo a ele a minha primeira refeição indiana e ter provado todos os restaurantes asiáticos de São Paulo. Passei a amar esse tipo de comida! O sabor agridoce, as pimentas, os truques para refrescar a boca (nada como um gole de iogurte e se não tiver vai pão mesmo), os legumes sempre crocantes e a surpresa, porque às vezes você como algo não identificado.

Dos restaurantes asiáticos, o meu favorito é o Ping Pong Dim Sum. Não existe custo benefício melhor! Boa comida, lindo ambiente e preço razoável.

Mas o que é Dim Sum? São pequenos pasteizinhos recheados que podem ser fritos ou cozidos no vapor e acho que existem na China há mais de 1000 anos.

E tem também os Dumplings que seriam...hummm...um pãozinho cozido? Bolinho? Her gau? Só comendo!

O Ping Pong é um rede londrina e fazem o maior sucesso por aqui. Se deixar para chegar muito tarde, você não vai conseguir lugar.

O salão é bem escuro, o que dá um ar intimista, com mesas e cadeiras de madeiras pretas, pé direito alto, e uma das coisas que mais gosto: cozinha aberta! Olhando rápido não parece que estamos em Xangai? 


Depois de devidamente acomodada você pode escolher entre alguns menus fechados, que oferecerem um pouco de tudo com preços ótimos ou vários pratinhos. 

Infelizmente tirei essas fotos já faz um tempo e não consigo mais identificar o que é o que, mas de qualquer modo garanto que é tudo muito gostoso!

Na última vez pedimos o menu Ping Pong Experience, que custou R$ 48,00 e algumas coisinhas por fora.
O menu incluia 1 mix de folhas, acompanhada de um molho saboroso, 1 folhado assado de pernil suíno (eu amo o sabor adocicado), 1 rolinho chinês de vegetais, 1 rolinho vietnamita, 1 crispy praw ball (esses três são fritos), 1 dumpling de camarão e cebolinha francesa, 1 de frango apimentado e 1 de frutos do mar, 1 rolinho de camarão com espinafre e outro de frutos do mar, mais arroz na flor de lótus e 1 stick rice do dia.

Então vamos às fotos:
Crispy praw ball

assado de pernil




Eu pedi uma porção de dumpling de frango apimentado extra. Acho muito bom!






E o que se bebe nesse lugar? Uma variedade incrível de chás, inclusive o de flor de lótus, que tem o gosto meio ruim mas é um barato ver a flor se abrir na jarra de vidro, ou sucos bem diferentes como o meu favorito que é o de abacaxi,coco e limão. 


Da última vez não comemos sobremesa, mas super recomendo o rolinho de banana com sorvete de chocolate com pimenta.
http://www.br.pingpongdimsum.com.br/#eat-and-drink

29 de janeiro de 2013

Marcelino Pan e Vino - do cinema para a Vila Madalena.

Vila Madalena é uma perdição. São tantas opções de lojas bacanas, bares, cafés e restaurantes que escolher um só às vezes fica difícil.

Para dificultar, recentemente foi inaugurado o Marcelino Pan e Vino, que já ganhou o prêmio da revista Comer & Beber de 2012 na categoria "Comidinhas - Sanduíches".

Então é o seguinte: numa esquina da Rua Girassol você vai encontrar uma varanda gostosa e arborizada.



E a cozinha aberta com forno à lenha? Adoro!


Quanto ao que comemos já digo que gostei de absolutamente tudo!
De entrada pedimos uma espécie de pão que não é pão, assado com tomates cereja e queijo. Muito bom!


Depois dividimos um sanduíche aberto na ciabatta fresquinha, com azeite, molho de tomates fresco, rúcula, manga, presunto parma e outros temperos. Dizer o que, né? Só pode ser bom!



E pedimos também um sanduíche no pão árabe recheado com falafel, salada e uns molhinhos. Bom demais também.



Acabou sendo muita comida, mas realmente não imaginávamos que os sanduíches seriam tão bem servidos. Prefiro assim!
Arrumamos um espacinho e dividimos uma bola de sorvete de paçoca! Muuuuito gostoso! Para se ter uma idéia é a primeira coisa que me lembro quando falo do Marcelino.




Ah! E Marcelino, Pan e Vino é o nome de um filme espanhol bem bacana da década de 50. Fica a dica!

Arlequim - história, cds e muitas comidinhas!

O Paço Imperial do Rio de Janeiro é um dos meus lugares favoritos no centro. Sempre imagino a Princesa Isabel em suas janelas e me lembro também de uma excursão na época do 1º grau que me levou aos  principais pontos históricos da cidade que me deixou simplesmente fascinada. Afinal foi ali que a lei Áurea foi assinada. 


Além de tudo isso, o Paço Imperial ainda esconde um dos meus restaurantes favoritos no centro pelo seu charme e pratos saborosos com excelente custo benefício.
No Arlequim, entre uma boa livraria e cds de Billy Holiday, as mesas são dispostas dando um ar bastante intimista ao local. 




Sempre quando vou lá acabo comendo o mesmo prato: filet mignon grelhado, manteiga de ervas, batatas rústicas (sempre deliciosas) e salada verde. Na última vez uma amiga querida pediu o ravioli ao molho de queijo. Surpreendentemente bom!



De sobremesa pedimos uma cheese cake de frutas vermelhas. Aí foi o único deslize. Eu sou expert em cheese cake e posso dizer que a servida estava bem fraquinha. Poderia arriscar até em dizer que era daquelas compradas em fabricas de doces. Nada contra, desde que seja bom.

Mas isso não muda a minha opinião sobre o Arlequim. Acho muito simpático e os pratos são ótimos.



Importante dizer que o Paço possui ainda mais três restaurantes. O Bistro do Paço que serve ótimas quiches e o Atrium, mas isso fica para outro post.

http://www.pacoimperial.com.br/servshopping.aspx















28 de janeiro de 2013

Aizomê - delicadeza, sabor e beleza. Tudo ao mesmo tempo agora.

Tenho dias que fico com desejo de sentir na minha boca o sabor oriental com a frescura de seus ingredientes. Então numa sexta-feira comum, Fábio me pegou no aeroporto e tivemos nosso diálogo inicial de final de semana. Eu: - Oiiiiii! Saudade amorzão! Fábio: - Saudade. Onde você quer comer? 

Bom, nesse dia eu queria algo oriental, poderia ser indiano, poderia ser tailandês...então Fábio resolveu me levar em seu restaurantes japonês favorito. É isso mesmo. Em 5 anos de namoro eu ainda não conhecia o restaurante japonês favorito do Fábio.

Fui levada ao Aizomê, um restaurante tradicional japonês, mas com algumas invenções no cardápio, localizado em uma rua tranquila no Jardins. 

A entrada do lugar é bem discreta. Se você não conhece e não presta atenção pode passar direto.

A decoração é simples e bem japonesa. Você pode se sentar nas mesas normais do segundo andar, nas mesas em salinhas fechadas no térreo que exigem que você tire o sapato e sente no chão (deve ter um nome para isso mas eu não sei qual é) ou no balcão, onde nós sentamos de frente para o renomado chef Shin Koike.



Como tenho algumas restrições alimentares pedi um prato separado, mas Fábio optou pelo menu degustação. Será impossível descrever os pratos. Eu deveria ter anotado. Mas as fotos são de deixar qualquer um com água na boca.

Para começar um entrada linda e refrescante.




Outra entrada linda, esteticamente perfeita e saborosa.


Depois veio um peixe tenro, com cabelinhos de vegetais deitado numa cama de caviar.


E o chef  lá preparando tudo na nossa frente. Detalhe: cada prato era devidamente explicado pelo próprio Shin. Por isso tem que sentar no balcão!


Esse eu me lembro bem porque comi todo. Filet recheado com alguma coisa deliciosa, com um molho ótimo  e berinjela. Hummmmm....


Depois voltamos aos peixes.




Ainda serviu ostras com determinado preparo que não tenho como descrever.


Depois um arco-iris!



Tempurá tradicional.


Como eu disse, pedi um prato separado. Frango com gergelim. Era bom, mas não dá para comparar com a fartura de cores apresentadas no menu degustação, né?


O menu incluía também uma sobremesa. Pedimos a cheese cake de tofu.


E o exótico sorvete de feijão (Fábio adora doce de feijão japonês)



A experiência foi incrível. Adorei! O menu degustação é caro. Nós pedimos o completo e custou uns R$ 180,00. Mas existe um menu menor e pratos individuais com preços melhores. Durante a semana é possível pedir um menu executivo com preço mais acessível.



http://www.aizome.com.br/

26 de janeiro de 2013

CHEZ MIS - programa 2 em 1.

O Museu da Imagem e do Som - MIS além de normalmente oferecer uma programação bem legal de exposições, cursos e cinema, ainda reserva a  surpresinha de ter um restaurante bem bacana.

O Chez Mis é muito agradável com o seu salão de vidro que permite aproveitar o jardim do Museu e trás muita luz natural para dentro do ambiente.


Como estávamos em 3, tivemos a oportunidade de conhecer o steak tartar com saladinha verde e fritas, que poderia ser uma entrada, mas Fábio comeu como prato principal.


O filet à milanesa com batata doce assada e um molhinho de mostarda. Esse foi o meu pedido e vou dizer que estava uma delícia. A casquinha estava bem crocante e sequinha!


E o polvo na chapa com vegetais orgânicos e aioli. Essa foto ficou linda, não? De acordo com quem provou estava  muito bom, mas a porção era pequenina.


Na época nos assustamos com os preços das sobremesas, que ficavam em torno de R$20,00 e acabamos não pedindo nada. Sou só eu ou vocês também estão estarrecidos com os preços? 

http://chezmis.com.br/
http://www.mis-sp.org.br/

22 de outubro de 2012

Alda Doces Portugueses - Cultura e muuuuuitas gemas de ovos!

Fábio ama açúcar e ovos. Para doces portugueses ele sempre deixa um espacinho.

Um dos primeiros lugares que fui com o Fabio foi Santa Teresa. E quase sempre estamos por lá para almoçar ou tomar um choppinho e comer doces portugueses.

A Alda, famosa pelos bem-casados servidos em muitos casamentos cariocas, prepara e serve seus quitutes açucarados numa casinha simpática que também serve de museu do doce.

Entre toalhas portuguesas e forminhas você pode saborear dom Rodrigo, pastel de nata, lampréias, toucinho do céu,  encharcadas, bem-casados, quindins, pudim de claras e muitos outros. Ou seja, muitas gemas e amêndoas.



O clima do lugar é bem calminho e bucólico. Então para descansar de uma caminhada pelo bairro, enquanto o bonde não volta, fica a dica de um lugarzinho para sentar, olhar pela janela, descansar e saborear docinhos cheios de estórias.





 
http://www.aldadocesportugueses.com.br/html/docesportugueses.htm

A Cantina Do Claude.

Comida italiana é uma das coisas que mais gosto de comer. Infelizmente o Rio de Janeiro não tem tradição, tampouco  variedade de restaurantes italianos. 
Mas também pode esquecer aquela idéia que permeia nosso imaginário, pelo menos estava no meu, de que em São Paulo não tem erro e que toda cantina serve boa comida porque não é assim não, viu?

O fato é que recebi com grande expectativa a notícia que o espaço do Bistro 66 virou um restaurante italiano da família do Claude Troigross! Já fui 2 vezes e repeti os pedidos. 

Dividi o bem indicado polpetone, que não deixa nada a desejar comparado com o famoso polpetone do Jardim de Nápoles de São Paulo. O molho de tomate é delicioso e o recheio de queijo...hummmmm!



Também comi o carbonara com carne seca crocante. O prato é naturalmente pesado e gorduroso, mas é gostoso.
 A foto não está linda?


A única coisa que não me agradou muito é que me pareceu que as massas não são frescas e não achei muito saborosas. Pelo preço e nome imaginei mais. 
Das sobremesas já tive a oportunidade de provar 3. A tortinha de limão siciliano que não é nada demais. É só gostosinha.


O profiterolis de frutas vermelhas é diferente e bem bom.


E o gateau de doce de leite é gostosinho também.


As sobremesas são razoáveis. Nada de arrancar suspiros. 

Mas como no Rio não temos muita concorrência, viva uma opção razoável para se comer massas!



 
^